Sonic Forces – Análise

A Força Sônica prevalecerá

Autor: Stalker

Ficha Técnica:

Sonic Forces

Data de lançamento: 7 de novembro de 2017

Plataformas: Playstation 4, Xbox One, Microsoft Windows e Nintendo Switch

Plataforma testada para a análise: Nintendo Switch

Outras análises do autor para o RPG: NioH (Playstation 4 e Windows) / Dragon Ball Xenoverse 2 (Playstation 4 / Xbox One / Switch / Windows) / ARMS (Switch)

Dr. Ivo “Eggman” Robotnik ataca novamente. Mas dessa vez, ele cansou de perder. Decidido a conquistar o mundo de uma vez por todas, Robotnik cria sua mais poderosa arma até então e lança um ataque em larga escala globalmente e… Vence. Apesar dos esforços de Sonic, ele não consegue derrotar a força combinada de Robotnik, Metal Sonic, Shadow, Zavok, Chaos e a mais nova arma: Infinite. Sonic é dado como morto por seus amigos. Tails, incapaz de lidar com a perda, se afasta da luta. Cabe a Knuckles liderar uma resistência para tentar tomar o mundo de volta, com a ajuda dos demais personagens da série e com o mais novo recruta da resistência, o “Novato” que é seu avatar nesta luta.

História elaborada para um Sonic, não? Bastante carinho e dedicação da equipe foram dados ao enredo, repleto de cutscenes bem animadas e dubladas e narrando a luta para retomar o planeta das garras de Robotnik. E ela é realmente boa e cai muito bem para a série, especialmente somado ao fato de que todos os personagens são dublados pelos dubladores da ótima animação Sonic Boom (quem nunca viu, veja, é realmente muito boa). Isso dá ainda mais personalidade ao jogo e faz tudo parecer um longo episódio da série. A história aparenta ser um pouco mais séria, mas ainda assim não perde o tom leve e divertido que se espera das atuais aventuras de Sonic.

De Geração em Geração

Sonic Forces é um sucessor para o ótimo Sonic Generations de 2011, e segue o mesmo estilo, alternando entre o Sonic moderno e o Sonic clássico, e os tipos de estágios esperados de cada um. Sonic Moderno com fases 3D com movimentação em altíssima velocidade e alguns segmentos em 2D (e podendo usar Wisps de Sonic Colors para um boost de velocidade), e Sonic Clássico com fases 2D no melhor estilo dos clássicos de Mega Drive (e mantendo o Drop Dash de Sonic Mania).

A grande novidade é que somados a esses dois, temos agora fases focadas no Novato, avatar criado pelo jogador e que é parte fundamental da história. Essas fases são mais similares as fases do Sonic Moderno, alternando entre momentos de corrida, de movimentação livre e em 2D. A principal diferença é que o Novato possui uma “Grapplegun” que usa para se pendurar em pontos do cenário e se lançar contra inimigos e plataformas, e pode usar “Wispons”, armas variadas que contam com dois efeitos, um de ataque e um de navegação pelo cenário. Essas diferenças são importantes, já que determinadas partes dos estágios só podem ser acessadas com determinados Wispons, o que encoraja voltar e jogar novamente para encontrar novos caminhos.

(…) O Novato possui uma “Grapplegun” que usa para se pendurar em pontos do cenário e se lançar contra inimigos e plataformas, e pode usar “Wispons”, armas variadas que contam com dois efeitos, um de ataque e um de navegação pelo cenário

Além disso, temos momentos diretamente inspirados em Sonic Heroes, onde é possível jogar com o Novato e Sonic simultaneamente, usando as habilidades de ambos para superar os obstáculos de cada estágio.

Novato cheio de personali(zação)dade e é um cara de “respeito”

Há um sistema de criação de personagens bem completo que certamente agradará a fanbase de Sonic, onde a criação de personagens e fanfics (NE: narrativas criadas por fãs) são populares e até uma piada recorrente hoje em dia. Inicialmente, é possível escolher a espécie (cada uma com vantagens específicas) e as cores. Mas, depois de todo estágio é possível liberar mais e mais opções de customização. São centenas de roupas, sapatos e acessórios disponíveis, bem como variações das armas com atributos específicos. É bem mais elaborado do que eu esperava, e todos serão capazes de criar um herói original que se encaixe perfeitamente no mundo de Sonic, ou uma aberração sem sentido. Vai de cada um. Don’t steal ok?

No atual contexto da indústria, não dá pra deixar de comentar: todos os itens para customização são gratuitos e liberados in-game apenas com progresso, completando fases e missões. O jogo vem com roupas DLC em sua Bonus Edition, inspiradas em jogos como Nights, Persona, Jet Set Radio e Persona, mas isso é gratuito e vem em todas as cópias vendidas atualmente. Além disso, o jogo conta com um DLC gratuito onde é possível jogar uma história adicional de Shadow The Hedgehog (e funciona como um prequel, tratando da origem de Infinite), e o personagem pode ser usado para jogar as fases do Sonic Moderno na campanha normal. Roupas inspiradas em Shadow também estão disponíveis gratuitamente. Isso é uma ótima notícia, já que a Sega poderia facilmente ter tentado colocar loot boxes ou microtransações pra faturar um extra dos fãs mais dedicados. Ponto pra ela.

Há um sistema de criação de personagens bem completo que certamente agradará a fanbase de Sonic (…). São centenas de roupas, sapatos e acessórios disponíveis, bem como variações das armas com atributos específicos (…). No atual contexto da indústria, não dá pra deixar de comentar: todos os itens para customização são gratuitos e liberados in-game apenas com (seu)  progresso

Solta a voz e aumenta o som

Impossível não elogiar a parte sonora do jogo. Já mencionei a dublagem, que está ótima e conta com os mesmos dubladores da animação Sonic Boom. O roteiro também está muito bom, com piadas nos momentos certos e bem atuadas, para dar mais leveza ao tom sério do jogo.

Mas a trilha sonora merece muito destaque. Primeiro pela forma como ela foi usada. Todas as fases do Novato contam com músicas cantadas (e cujas letras casam com a aventura do Novato), enquanto as músicas do Sonic Clássico contam com arranjos mais próximos do estilo de músicas da era 16 Bits, e Sonic Moderno conta com arranjos não-cantados, mas mais modernos e acelerados, condizentes com o estilo (e velocidade) atual dos jogos. A música já dá o tom de cada estilo de jogo, e todas as músicas são muito boas e empolgantes. É uma das melhores trilhas de Sonic que já ouvi, misturando musica orquestrada, rock, eletrônica e dubstep (NE: gênero original do fim da década de 90, Inglaterra. Conhecido por utilizar sintetizadores e teclados), e facilmente uma das melhores trilhas sonoras do ano pra mim.

Uma beleza de destruição e caos

Visualmente o jogo está igualmente muito belo. As fases contam com muitos detalhes e muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, como correr pelas ruínas de uma cidade destruída enquanto múltiplos robôs gigantes destroem tudo no fundo. Belos efeitos de luz, ângulos de câmera, reflexo e de água. Visualmente o jogo não decepciona, seja jogado em modo portátil ou no dock. Por vezes, há tanto acontecendo nos cenários que pode até ser prejudicial, já que é fácil se distrair admirando os eventos do fundo e dar de cara com uma parede ou pior, um inimigo. Especialmente quando a câmera se afasta para dar uma visibilidade maior a tudo que ocorre em volta, o que faz com que o personagem em modo portátil ocupe 0,5 cm da tela.

O principal ponto onde o visual pode atrapalhar na minha opinião é na iluminação. Eles optaram por aplicar uma iluminação mais realista, com luzes e sombra incidindo sobre o personagem e inimigos. Mas com isso, especialmente nos cenários noturnos ou em locais fechados e destruídos, é normal que não haja muita luz sobre Sonic ou sobre os inimigos, deixando os personagens meio escuros e fáceis de confundir com o cenário. Isso é especialmente verdade nas fases do Sonic Clássico. O melhor exemplo é a fase do Cassino na floresta. O cenário de fundo é muito iluminado e detalhado e cheio de informações, enquanto o personagem na frente é meio escuro e corre no meio de uma floresta a noite. Teria sido melhor ignorar uma iluminação mais realista e dar mais destaques as cores do personagem na tela, para facilitar sua identificação em momentos de alta velocidade nas partes 2D.

Também atrapalha um pouco a distância da câmera no modo portátil. Mas isso já seria um problema menor se o personagem fosse mais visível e colorido no modo 2D. Como está, temos um personagem com sombras incidindo, que na tela do Switch é minúsculo e se move em altíssima velocidade. Bem complicado de enxergar e fácil de topar com um inimigo ou um buraco.

Jogabilidade revisada, mas, nem tudo é como deveria

A jogabilidade tem seus altos e baixos (como de costume em Sonics 3D). Normalmente ela funciona bem dentro do que se espera de um Sonic. Mas parece que a janela de tempo para apertar o botão para o homing attack do Sonic Moderno e outros movimentos similares foi bem reduzida em comparação aos demais jogos da série. Isso exige bem mais precisão e resulta em muito mais mortes e falhas por não conseguir usar o ataque. Isso é bom por diminuir o “piloto automático” que tantos criticam, mas, ficou um pouco impreciso inicialmente.

Além disso, a mira semi-automática por vezes não vai onde se pretende, e com o pouco tempo para se movimentar e ajustar para outro alvo no meio de um salto, é bem fácil errar um inimigo que ajudaria a acessar um caminho extra sem saber o que está procurando. A física dos pulos as vezes é estranha com o Sonic Moderno e Novato, especialmente em segmentos 2D, se comparado com os pulos do Sonic Clássico. Com o Sonic Moderno, nada gritante, mas, aconteceu de falhar algumas vezes desnecessariamente simplesmente por não conseguir fazer o pulo como gostaria.

Já com o Novato, temos problemas nas fases 2D. Ocasionalmente ele dispara na sua velocidade máxima simplesmente ao encostar no direcional. Notei que isso ocorre sempre ao se mover após um pulo, mas em vários momentos ocorre também ao iniciar o movimento de uma posição estática. É bem inconsistente. As vezes o Novato acelera como o Sonic, pegando velocidade, e em outros momentos simplesmente dispara. Isso dificulta algumas partes. Um exemplo é uma fase próximo ao final do jogo, onde há uma sequência de saltos entre plataformas. Se conseguir fazer em movimento, pulando enquanto corre, ótimo.

As fases são em bom número, mas em geral bem curtas. Dada a velocidade do game as fases podem durar de 1 a 5 minutos (…). Se isso é bom ou não, varia bastante. Algumas são tão curtas que assim que começam a empolgar, acabam

Mas ao parar em algumas plataformas, pra poder pegar argolas ou moedas vermelhas, o Novato simplesmente disparava em movimento, o que tornava BEM difícil fazer os pulos com precisão. Nessa mesma fase, pela primeira vez ele precisa usar um movimento de saltar em paredes (similar ao wall jump de Mega Man X ou New Super Mario). Mas, nem sempre ele gruda na parede. Morri algumas vezes pelo Novato acelerar desenfreadamente na direção da parede e não “grudar” nela, imediatamente caindo e morrendo. Em geral, as fases do Novato são em 3D, mas não posso deixar de mencionar os problemas das partes 2D, uma vez que são bem irritantes quando acontecem.

As fases são em bom número, mas em geral bem curtas. Dada a velocidade do game (especialmente as fases do Sonic Moderno), as fases podem durar de 1 a 5 minutos, mas tendendo a ficar entre 1 e 3 minutos (e quanto mais rápido se completa um estágio, mais pontos pro rank no fim da fase). Se isso é bom ou não, varia bastante. Algumas são tão curtas que assim que começam a empolgar, acabam. Mas por outro lado, isso é bem conveniente para jogadas rápidas no Switch em modo portátil.

Fora o tamanho, o design das fases ficou muito bom. Ao contrário de Generations, que contava com releituras de estágios clássicos de Sonic (e se beneficiava de uma boa dose de nostalgia), todos os estágios de Sonic Forces são originais (tirando Green Hill Zone, claro, mas mesmo esta tem novidades) e muito bem bolados. Muitos buscam inspiração nos estágios clássicos (temos aqui um Cassino, Death Egg, Chemical Plant, etc), mas, sem tentar replicá-los. Vários deles são revisitados pelos 3 personagens, mas de formas diferentes e caminhos distintos, sem repetição.

Ao contrário de Generations, que contava com releituras de estágios clássicos de Sonic, praticamente todos os estágios de Sonic Forces são originais (…). Muitos buscam inspiração nos estágios clássicos, mas, sem tentar replicá-los

Quanto ao que esperar dos estágios em si, não apresenta nada de diferente para alguém que vem acompanhando a série, especialmente para os que jogaram Sonic Generations. O Sonic Team não tentou reinventar a roda (o que é algo diferente pra eles, que sempre abandonam ideias em favor de reinventar a formula, ao invés de tentar refinar algum tipo de jogo). Então esse jogo dificilmente irá conquistar quem não curte Sonic. Sonic Moderno tem fases focadas primordialmente em velocidade e movimento constante sem grandes desafios, Sonic Clássico tem fases focadas mais em estágios de plataforma, mas sem grandes complexidades e o Novato mistura um pouco de tudo.

Ao contrário da maioria da mídia especializada, não considero isso algo necessariamente ruim. Já passou da hora de Sonic investir em tentar aprimorar alguma formula, ao invés de tentar ser um jogo completamente diferente com todo lançamento.

Para prender o jogador, o jogo incentiva múltiplas passagens pelos mesmos cenários para destravar mais acessórios para o Novato. O jogo conta com missões diárias que conferem multiplicadores de rank nas fases, o que facilita atingir os rankings mais altos e liberar mais acessórios, bem como uma lista de desafios como usar habilidades específicas ou obter ranks específicos, que igualmente conferem recompensas se completadas. Conta também com missões SOS, que requerem que se volte e complete uma fase, com algum tipo de modificador, como não morrer, resgatando um Avatar de outro jogador ou contando com o suporte de um Avatar criado por outro player. É possível liberar estágios extras além das missões de história, liberadas com as moedas vermelhas encontradas nos estágios. Isso ajuda a dar mais longevidade ao jogo, que no geral é bem fácil. É até engraçado que a Sega recomenda que quem já jogou Sonic no passado deve jogar no Hard. De difícil não tem nada.

Todo o descrito acima contribui para o fator replay do jogo. O jogo em si é curto e pode ser terminado facilmente em menos de 5 horas. Mas ao mesmo tempo, foi lançado por 2/3 do preço de um lançamento atual e pelo dobro do preço de Sonic Mania. Essa faixa de preço reduzida é favorável para jogos do Sonic, que tendem a ser mais simples e curtos.

Joguei apenas no Switch, e não posso deixar de ressaltar como o port ficou ótimo. Claro, roda em uma resolução menor e menor rácio de fotogramas, além de ser menos detalhado se comparado as versões Full HD

Joguei apenas no Switch, e não posso deixar de ressaltar como o port ficou ótimo. Claro, roda em uma resolução menor e menor rácio de fotogramas, além de ser menos detalhado se comparado as versões Full HD. Mas nada disso faz diferença se não estiver comparando os jogos lado a lado. A versão Switch roda fluída e consistente seja em modo dock ou em modo portátil. Graficamente continua lindo e dada a direção de arte do jogo, não se beneficiaria incrivelmente de mais detalhes e efeitos além dos que já estão lá, especialmente considerando que Sonic não é um jogo onde dá pra gastar muito tempo apreciando cenários e texturas. E mais: A estrutura do jogo cai como uma luva no Switch e sua proposta. É perfeito ligar o aparelho, gastar 10 minutos jogando algumas fases, destravar mais acessórios, e desligar.

Veredito

Sonic Forces é muito divertido, especialmente para quem curte Sonic. Se gostou de Sonic Generations, dificilmente Forces irá decepcionar. É um sucessor de respeito, que cumpre com sucesso a ingrata tarefa de tentar ficar a altura do anterior, sem ter acesso ao apelo nostálgico das fases de Generations.

Não inova, não revoluciona, mas, diverte bastante e não tive vontade de largar o controle durante todo o tempo que passei com o jogo. A história é divertida como um desenho animado e consegue de forma extremamente eficaz integrar todos os amigos (mesmo os mais obscuros, como os de Knuckles Chaotix) do Sonic, de forma positiva e que faz sentido no contexto do jogo. Sua estrutura encoraja e praticamente exige múltiplas jogadas de seus estágios, e a duração e velocidade deles assegura que repetir uma fase nunca parece uma tarefa árdua ou enjoativa. É um jogo que sabe qual é seu público alvo e como mantê-lo satisfeito. De quebra ainda foi lançado por um preço menor do que o padrão de lançamentos da geração. Apenas não é o jogo que irá converter aqueles que não curtiram os jogos anteriores.

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  • Mario Cunha

    Boa análise, Stalker. Parabéns.

  • Dark Angel Caxias

    Boa análise, como já é costume da parte do Stalker (e naturalmente, no Switch, o “console oficial” do site… rs).
    Sobre o jogo em si: como alguém que, até pouco tempo atrás, tinha tido muito pouco contato com o Sonic – joguei apenas uns trechos do primeiro no Master System, ainda, e assisti a vídeos dos outros jogos -, não posso dizer que estava exatamente “empolgado” por ele. Mas acabei por comprar o Sonic Mania (em parte, por conta de encontrar a edição limitada), e, tendo gostado dele, comecei a ficar um pouco mais interessado no Sonic Forces; interesse que, depressa, diminuiu, uma vez que a minha atenção já estava dividida entre Fire Emblem Warriors, Super Mario Odyssey e (logo) Xenoblade Chronicles 2.
    Assim, dando a minha opinião com base no que vi e li de análises e vídeos, penso que a Sega realmente estava tentando fazer um “Sonic Generations 2” em tudo, menos no nome; mas, nessa tentativa, recaiu no mesmo problema que, ao meu ver, afetou o Sonic Lost World (na minha opinião, ainda a adaptação do estilo clássico do Sonic para 3D mais próxima): design inconsistente de fases. Algumas fases parecem ser realmente interessantes… enquanto tantas outras – a maioria, pelo que vi nas análises -, são simples e curtas, o que não seria problemático caso o Sonic Mania não apresentasse fases mais longas e de design aparentemente melhor. Naturalmente, essa é a minha opinião dada com base em vídeos e análises; talvez, um dia, eu compre esse jogo, mas, sinceramente, as chances disso são baixas. De qualquer forma, espero, realmente, que a Sega consiga definir não apenas um “estilo padrão” para os jogos do Sonic, ao invés de mudá-lo a cada novo lançamento, como também um grau de qualidade digno da franquia.

  • Boa análise cara, eu realmente acho que vou pegar. Dei uma lida por ai e muitas pessoas parecem curtir esse game (e geralmente as críticas negativas estão mega superficiais). Provavelmente pegarei em algum momento.

  • Mysteron

    Ótima análise. Ainda não peguei esse jogo e essa leitura realmente vai ajudar na minha decisão. É muito estranho o quanto esse jogo dividiu opiniões. Eu honestamente acredito que o jogo está a altura do Generations, mas não do Mania, e isso acabou impregnando quase todas as análises que vi. Bom saber que ele continua sendo um bom jogo e que os seus defeitos são apenas isso, defeitos, e não problemas horrorosos que estragam a diversão com alguns dizem por aí.

    Com certeza darei uma chance a ele brevemente.

  • Thiago Paes

    Ótima análise, Stalker! Até me deu vontade de pegar o jogo (adoro Sonic Generations). Provavelmente eu pegue no futuro pra PS4 😀

  • Adoro Sonic, foi meu primeiro jogo de verdade (na memória, de um Master System III), e só fiquei longe porque a Sega tinha parado de prestigiar a minha plataforma de escolha durante pelo menos uma década aí (PC). Agora que ela voltou (com Generations), o que estiver saindo, eu estarei comprando. Tudo bem que pulei o BOOM, mas só pq falaram tão mal dele… hehehe. Mas o Forces tá no grau, vou pegar com certeza, até porque vou na confiança aqui por causa desse ótimo review (deixei passar uma promoção que ele tava por menos de 50 reais no PC, deveria ter pegado já, hehehe)

    • Mario Cunha

      Sonic Boom não é um jogo ruim, ele só não é um jogo bom. 😛

      • Hahaha, pode ficar tranquilo que um dia eu jogo o Boom sim. Logo que conseguir adquiri-lo por vintão, máximo, hehehehe. A fila anda paradona por enquanto, e com essa Black Friday aí ela vai crescer um bocado (Wolfesntein II, Middle-Earth Shadow of War e AssCreed Origins serão comprados com força, heheheh), mas Sonic é sempre Sonic, lugar garantido no coração. Serão jogados, um dia, sem pressa, hehehehe

  • Felipe Fereguetti

    Massa. Até animei com o jogo